quarta-feira, 13 de julho de 2011

A Família


     Você já parou algum dia para pensar como funciona uma colméia? 


     Já se deu conta de que nela tudo é ordem, disciplina, preocupação pelo todo?
 
     A colméia é formada por células de cera, que se contam aos milhares. Em algumas dessas células existem ovos ou larvas de abelha. Outras servem como depósitos de pólen e de mel. Essas são os favos de mel.

     Numa colméia podem existir até 70 mil abelhas, que exercem diferentes funções.
 
     As operárias são as que alimentam as larvas, cuidam da colméia, trazem comida para todos os habitantes da comunidade. Elas começam como faxineiras, limpando as células onde estão os ovos. Depois produzem a geléia real que serve para alimentar as abelhas mais jovens e a rainha. Também trabalham como babás alimentando as abelhinhas mais crescidas com pólen e mel.
     
     Com dez dias de vida elas se tornam construtoras. Começam a produzir cera, que lhes permite construir e remendar as células da colméia.

      A rainha tem como tarefa botar ovos, dos quais sairão as operárias, os zangões e as novas rainhas. No verão chega a botar em um só dia 1.500 ovos.
 
     O zangão, desde que nasce, tem por tarefa a procriação com a rainha. Depois morre.
 
     Tudo na colméia reflete ordem, equilíbrio.

      As operárias são também as que saem da colméia para buscar a matéria prima de que necessitam. 
      
     Estranhamente, elas nunca se enganam no caminho de volta para casa, para onde retornam com sua preciosa carga.
  
     Embora sua vida seja curta, de cinco semanas apenas, elas não se cansam de trabalhar, sem cansaço, pelo bem-estar de toda a equipe.
 
     Podemos pensar na família como uma colméia racional. Cada um tem sua tarefa a cumprir, visando o crescimento da pequena coletividade, como exige o lar.
 
     E todos são importantes no desempenho do grupo doméstico.
 
     É no seio da família, na intimidade do lar, que se vão descobrir operárias incansáveis, trabalhando sem cessar, não se importando consigo mesmas. Em constante processo de doação.
 
     É na família que se aprende a transformar o fel das dificuldades, as amarguras das incompreensões no mel das atenções e do entendimento.
 
     É ali que se exercita a cooperação. Afinal, como a família é uma comunidade, há necessidade de ajuda mútua.
 
     Quando a família enfrenta as dificuldades com união, cresce e supera problemas considerados insolúveis.
 
     Para que a família progrida no todo, cada um deve se conscientizar de sua tarefa e realizá-la com alegria.
 
     É por este motivo que as crianças devem ser incentivadas, desde cedo, a pequenas tarefas no lar.
 
     Retirar os pratos da mesa, lavar a louça, aquecer a mamadeira do menorzinho.
 
     Renúncia a um pequeno lazer para satisfazer o outro. Nem que seja somente a satisfação da companhia ou de um diálogo amistoso.
 
     Se na colméia familiar reinar o amor, conseguiremos com certeza ter elementos para uma atuação segura, verdadeiramente cristã, junto à família maior, na imensa colméia do mundo.
 
     A família é abençoada escola de educação moral e ritual' espiritual. É oficina santificante onde se burilam caracteres. É laboratório superior em que se refinam ideais.

 
     Preserve sua família...

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Lençóis sujos...


   
  Um casal, recém-casados mudou-se para um bairro muito tranqüilo.

     Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
     
     - Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
 
     O marido observou calado. Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
 
     - Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
 
     E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal. Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos e, empolgada, foi dizer ao marido:
 
     - Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, Será que a outra vizinha ensinou?
 
     O marido calmamente respondeu:
 
     - Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!
 
     E assim é: tudo depende da janela através da qual observamos os fatos.
 
     Antes de criticar, verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos. 

     Lave sua vidraça. 

     Abra sua janela...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Pai, começa o começo...!

     
     Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: - “pai, começa o começo!”. O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequen...as mãos. 
 
     Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para ...mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito. Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. 
 
     Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios. Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis...... 
 
     Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias. 
 
     Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus: “Pai, começa o começo!”. Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você. 
 
     Não sei que tipo de dificuldade eu e você estamos enfrentando ou encontraremos pela frente neste ano. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: “Pai, começa o começo!”.
 
 
     Que vc tenha uma semana abençoada!!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Temos que nos bastar...



         " Temos que nos bastar… nos bastar sempre e quando 

         procuramos estar com alguém,  temos que nos conscientizar de que 

        estamos juntos porque gostamos, porque queremos e 

         nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém...
 
         As pessoas não se precisam, elas se completam… 

         não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir 

         objetivos comuns, alegrias e vida".


 Bom início de mês pra todos!! Bjokas!
 
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